Confiança não é promessa. É conferência.
No grupo de WhatsApp, qualquer um entra. Aqui, ninguém aparece pra você sem antes passar por documento, selfie e antecedentes. Um por um.
A verificação, passo a passo
Documento
RG ou CNH, frente e verso. A gente confere se é válido e se bate com o cadastro.
Selfie com prova de vida
Uma selfie na hora, com gesto pedido pelo app. É pra garantir que a pessoa do documento é quem está ali.
Certidão da PF
Certidão de antecedentes criminais da Polícia Federal, conferida antes de o perfil aparecer pra qualquer cliente.
Só depois disso tudo o trabalhador ganha o selo VERIFICADO e passa a aparecer nas tarefas. E é obrigatório ter 18 anos ou mais.
E depois, no dia a dia
A conversa toda acontece no chat do app. Ninguém recebe seu número, nem antes nem depois do serviço.
Trabalhador avalia cliente, cliente avalia trabalhador. Ninguém vê a nota do outro antes de dar a sua.
O serviço só conta no histórico com o código de 4 dígitos do cliente. Histórico verdadeiro, sem serviço inventado.
Qualquer conversa ou perfil pode ser denunciado em dois toques. A gente analisa e, se precisar, bloqueia.
O que a gente não faz
Seu pedido não vira "lead" vendido pra vários prestadores, como em outros apps. Quem se interessa fala com você aqui dentro.
Nem o seu, nem o do trabalhador. Se alguém pedir seu número pra "combinar por fora", desconfie e denuncie.
Babá, cuidado de idosos e transporte de pessoas ficam fora do catálogo, de propósito. São cuidados que pedem mais do que um app garante hoje.
Nada disso deixa o mundo perfeito. Mas cada regra dessas existe pra uma coisa só: você abrir a porta, ou entrar na casa de alguém, com muito mais tranquilidade.